segunda-feira, 7 de dezembro de 2015


O uso correto do Quadro negro ou Lousa

A presente reflexão tem a finalidade de analisar a utilização do quadro-negro pelo professor, facilitando o processo de ensino e aprendizagem. Talvez o objetivo deste estudo seja por demais ambicioso, mas não deixa de ser uma tentativa de sistematizar condutas que possam ser aplicadas por educadores que amam o que fazem, que desejam desestruturar idéias pré-concebidas e que iniciam processos de transformação em seus tutelados. Este artigo visa o educador que, atento aos outros recursos audiovisuais, reconhece a importância do tradicional quadro-negro e suas vantagens, principalmente quando emprega a aula expositiva como técnica preponderante, estando preparado a qualquer eventualidade que possa vir a ocorrer dentro da sala de aula, bem como para o uso de outro auxiliar pluris sensorial. Sabe-se que método é o caminho ideal percorrido pela mente, não físico, sendo uma maneira de pensar, como por exemplo os métodos de produção, construção e ampliação do conhecimento. O método pode ser indutivo ou derivado da observação, pelo qual fatos isolados se conectam entre si, fazendo uma posterior generalização, o que se denomina de tratamento estatístico. O método dedutivo parte do geral para cair no particular, ou seja, o conceito estudado é, posteriormente, dividido em partes. O método indutivo-dedutivo é uma composição entre os dois anteriores. O método dialético, segundo Hegel, parte de uma verdade (tese) que será, necessariamente, contestada ou negada (anti-tese/antítese), para se chegar ao resultado final (síntese), que não deixa de ser a nova tese. Existem, ainda, os métodos de ensino que servem para garantir a transmissão do conhecimento, isto é, transmissivo-expositivo. O transmissivo originou-se na escola tradicional e tem por objetivo a transferência de informações aos alunos. O ativo é derivado da escola nova, segundo o qual o professor é um mediador entre alunos e conhecimento; e dá ênfase ao construtivismo.
Com isso, técnicas são maneiras de percorrer o caminho ideal do método. O método pode se tornar técnica se somente uma técnica é utilizada. De maneira que método expositivo é diferente de aula expositiva. A técnica pode ser presencial (individual, coletiva ou mista) ou à distância. A técnica presencial pode ser centrada no professor (exposição e demonstração dos conteúdos) ou no aluno. A técnica presencial centrada no aluno pode ser individual (quando o discente a realiza sozinho – observação, leitura, instrução programada, programas de computador e estudos de texto), individual-coletiva (estudo dirigido, aulas dialogadas entre professor e alunos, bem como experimentação em laboratórios com participação efetiva dos discentes) e coletiva (trabalhos em grupo, com atividades sócio-interacionistas – seminários, painéis, mesas-redondas, workshops, debates, projetos interdisciplinares). Os discentes, quando em sala de aula, ouvem e pensam, para que captem as informações passadas pelos docentes. Todavia, os alunos podem aprender mais com aquilo que visualizam, transformando as informações em conhecimento. Após a transferência da informação, o conhecimento manifesta-se por meio da tradução e reconstrução de signos, sinais, símbolos, outras formas representativas, idéias, discursos e teorias. As novas tecnologias, além de facilitarem o acesso à informação, podem favorecer a expressividade, participação, criatividade e o próprio processo de ensino e aprendizagem. Nesse contexto, aprendizagem é um processo interno e continuado de evolução, sendo uma relação do sujeito com o novo, uma mudança de comportamento visível, por meio da aquisição de habilidades, competências e conhecimento. Ensino, por outro lado, também é um processo, sempre intencional, de estimulação e provocação da aprendizagem, fragmentando os conteúdos de seus contextos naturais. Portanto, a educação, entendida como processo contínuo, individual ou coletivo, de desenvolvimento pessoal inserido pela Sociedade e fundado no cotidiano do discente, deve ter ciência que o conhecimento evolui pela possibilidade de sua integração em um contexto global e não apenas pela sofisticação, abstração ou formalização. A produção de conhecimento está intimamente vinculada à percepção da realidade, ao pensamento crítico e à linguagem Segundo Piletti (2004), Ferreira e Silva Júnior (1975; 1986), existem pesquisas informando que o aprendizado vincula-se preponderantemente à visão (83%) e que a qualidade dos dados retidos está ligada às atividades realizadas pelo aluno depois do aprendizado, ou seja, absorve-se 50% do que se vê e escuta, 70% do que se ouve e logo discute e 90% do que se escuta e logo realiza ou escreve. Além disso, a possibilidade de retenção de informações é maior se o método de ensino visual se combina com o oral, pois, após 3 horas, retém-se 85% das informações e, depois de 3 dias, 65% das mesmas, o que é bem superior aos resultados dos métodos exclusivamente oral ou visual. Nesse ínterim, os recursos audiovisuais aparecem como instrumento das técnicas de ensino e aprendizagem, podendo aumentar a eficiência dos procedimentos didáticos. Destaca-se que os mesmos são, então, apenas meio e não fim. Nesse sentido, “podemos identificar os recursos audiovisuais com os tradicionais materiais didáticos, entendendo-se por isso todos os auxiliares ou meios “materiais” que se dirigem, inicialmente, aos órgãos sensoriais”2 .
É fato incontroverso, então, que a aprendizagem não decorre de elemento exclusivamente sensorial, já que necessita de estruturas mentais mais complexas e elaboradas do que a já citada, mas nada impede a facilitação ou a maximização da retenção das informações através dos recursos audiovisuais Entretanto, a classificação predominante no Brasil é a de Parra (1972; 1976), pela qual os materiais auxiliares do processo de ensino e aprendizagem dividem-se em três categorias diferentes, tendo em vista o sentido empregado. A primeira, recursos visuais, que somente utilizam a visão (códigos digitais escritos e analógicos: icônicos, esquemáticos e abstratos-emocionais). A segunda, recursos auditivos, que precisam exclusivamente da audição (códigos digitais orais e analógicos). A terceira e última, recursos audiovisuais propriamente ditos, que apelam tanto para os estímulos visuais quanto auditivos. Enfim, o quadro-negro ou lousa, independentemente de sua cor (verde, bege ou branca), é um símbolo visual (abstrato) na classificação Dale, enquanto se inclui nos recursos visuais, em conformidade com a categoria taxonômica de Parra.
A aula expositiva, “em geral, baseia-se na apresentação oral de um tema, pelo professor, e pode contar com maior ou menor participação dos alunos, dependendo da proposta e dos objetivos de ensino”7 . Não se entrará no mérito, positivo ou não, da aula expositiva, mas, neste momento, abre-se um parêntesis para dizer que a aula expositiva é um dos procedimentos centralizadores mais utilizados e difundidos no meio escolar brasileiro. De qualquer forma, é necessário ter em mente que a aula expositiva constitui técnica cuja utilização tem seu importante lugar no processo educativo. É preciso esclarecer, contudo, que não é o único. Como exemplo de outras ações centradas no  professor que também podem se valer do quadro-negro, pode-se citar a aula dialogada e o debate com a turma toda, coordenado pelo professor. Outro motivo para o estudo sobre o quadro-negro é que ele é característica universal em qualquer sala de aula, podendo-se presumir sua existência no referido ambiente acadêmico, pois é facilmente encontrado. Além disso, é o recurso visual mais empregado pelos docentes, já que se trata de evidente auxílio e apoio ao desenvolvimento das aulas.
Ferrés (2001) destaca que os recursos audiovisuais tradicionais não podem ser marginalizados, informando que se deve “tirar vantagem daquilo que cada meio é capaz de oferecer”9 , e demonstra a importância do quadro-de-giz ao dizer que: É o meio mais acessível, mais econômico, mais fácil de usar. Tem os inconvenientes de que a informação não é permanente e de que o professor deve dar as costas aos alunos enquanto nele escreve ou desenha. Mas é extremamente funcional para esquematizar ou para transmitir informações diretas, simples; por exemplo, para demonstrar o que são duas linhas paralelas. Também para que os alunos possam praticar ou expor conhecimentos que devem ser divididos com a turma10 . Mesmo nesta moderna era do espaço, o quadro-negro continua a ser um meio básico para a apresentação de fatos. Os professores poderão empregá-lo com maior eficiência, se compreenderem de maneira mais completa as suas características, flexibilidade e oportunidades que oferece para a instrução eficiente 11 .
Piletti apresenta, ainda, outras vantagens da lousa:
 • Pode ser utilizada facilmente: não exige habilidades especiais nem equipamentos dispendiosos.
 • Facilita a correção e as alterações nos assuntos apresentados.
 • Torna possível participação efetiva da classe: os alunos podem escrever na lousa.
 • É um recurso econômico . 
De forma que a correta utilização do quadro-negro pelo educador pode apoiar sua exposição, atrair a atenção dos educandos para o que é mais adequado,  principalmente o que se deseja explicitar com detalhes, facilitando a compreensão e fixação dos diversos conteúdos da disciplina e aumentando, ainda, o aproveitamento das lições pelos discentes. Em conclusão, o quadro-negro é um excelente meio visual, se empregado corretamente, já que pode servir para a apresentação direta de qualquer conteúdo ou assunto dos currículos escolares.

http://www.publicadireito.com.br/conpedi/manaus/arquivos/anais/bh/magno_federici_gomes.pdf

Grupo : Daiane Chader,  Lorenna Barbosa e Raquel Costa

domingo, 29 de novembro de 2015

Artes Plásticas: Romero Brito

Romero Brito tem origens pernambucanas, ele começou a mostrar interesse pelas artes com apenas 8anos de idade, ele começou fazendo pintura em papelão. Sua primeira exposição foi aos 14anos para a (O.E.A.) organização dos estados americanos.
Seus quadros sempre mostram cores fortes, fomas geométricas e traços visíveis de alegria.

Objetivo
Ampliar o gosto pelo arte
Começar vida e a obra do artista
Conhecer e fixar as formas geométricas
Expressar emoções e sentimentos (sensibilidades)
Material usado: caixinha de suco, canudos, sobras de e.v.a e papel cartão colorido, pote de iogurte, botões e cartolina ou folha A4



Música: Hino Nacional Brasileiro
Autor: Joaquim Osório

Ensinaria a letra da música aos alunos, e com auxilio de um dicionário traduziria a palavra por uma mais fácil e que tem o mesmo significado.

Com esta proposta, os alunos terão oportunidade para:
Ø Conhecer e compreender o significado do Hino Nacional Brasileiro;
Ø Desenvolver amor e respeito pela sua pátria;
Ø Exercitar a cidadania e como colocá-la em prática;
Ø Explicar ao educando que país é esse, e quais os deveres como brasileiros;
Ø O que é amar a terra em que nascemos.

Após eles aprenderem o hino, confeccionaria com eles uma bandinha com vários instrumentos feitos de materiais recicláveis, com o objetivo de executar a música com as próprias crianças cantando e tocando.







Literatura
Livro: A fábrica mágica (Maria Cristina Furtado)

A Fábrica Mágica faz brinquedos mais do que especiais: acionados por magia, eles falam e interagem com as crianças que os ganham. Certo dia, um grande incidente ocorreu na fábrica, e a mágica parece ter dado errado: os brinquedos ficaram com algumas deficiências. Mas isso não significa que eles não podem ser amados...

•Através do livro podemos fazer uma análise com os alunos e confeccionar brinquedos com materiais recicláveis e sucata.

Material: rolinho de papel higiênico, papel cartão, caneta preta, latas e retalhos de TNT.








Teatro - O mágico de Oz
Autor: L. Frank Baum

Ensinaria os alunos a fabricar os personagens utilizando os materiais feitos de sucatas, onde eles passariam a ser os personagens ampliando sua imaginação.

Objetivo: Conseguir expressar os sentimentos e as emoções, reconhecer a interpretação dos atores e se comportar a um espetáculo de teatro.

Material usado: pratos de plásticos, sobras de e.v.a, canudos e papel alumínio.



Cinema: Robôs de Chris

Objetivo: usar a arte em sala para falar de reciclagem utilizando o cinema e para isso, primeiro seria abordado o tema e logo após, reproduzido o filme ROBÔS de  CHRIS.         .
  Escolhi esse filme porque passa uma mensagem sobre capitalismo e consumismo onde pra ser considerado atual tem que ter peças novas e se vc reutiliza peças usadas vc é considerado fora de linha.Demonstraria as crianças a sua importância de reutilizar materiais após o filme com a confecção de um robô feito por sucatas


Alunas: Aline Silva (Artes Plasticas), Julia Coelho(Literatura), Mariana Ribeiro(Cinema), Maxilane Alves(Teatro) e Raíssa Ferreira(Musica).
Alunas: Camila Costa, Lorhá Melo e Raísa Rangel.

- O aluno e sua higiene pessoal, com o material escolar e o ambiente.

Para manter a saúde do nosso corpo precisamos ter alguns cuidados. Um deles é apresentar bons hábitos de higiene, já que a falta deles facilita a entrada de certos micro-organismos em nosso corpo, como os vírus, e algumas bactérias, protozoários, fungos e vermes; podendo causar doenças. Além disso, com pouca higiene, costumamos exalar um cheirinho nada agradável, o que pode fazer com que pessoas queridas se afastem de nós.

Claro que ninguém quer essas coisas para si, não é mesmo? Por isso, abaixo listamos algumas boas medidas para termos uma boa higiene:
Escovar os dentes ao acordar, após as refeições e antes de dormir, fazendo o uso de fio dental pelo menos uma vez ao dia;

Lavar as mãos antes de comer, pois os seres vivos causadores de doenças podem estar alojados nelas, adentrando pela nossa boca em nosso organismo;

- Lavar as mãos sempre que chegar da rua;
- Lavar as mãos e sempre dar descarga após o uso do sanitário;
- Não colocar objetos ou as mãos na boca;
- Tomar banho todos os dias e lavar os cabelos sempre que necessário, pois neles se acumulam suor e sujeiras, ao longo do tempo;

Andar calçado, pois os sapatos protegem os pés de sujeiras e objetos cortantes;

Usar roupas limpas;

- Lavar o rosto ao acordar, retirando as remelas que se acumulam no canto dos olhos;

Pentear os cabelos sempre;
Nunca, jamais, comer meleca de nariz;

- Limpar o nariz, assoando-o na pia, lavando as mãos com água e sabão logo depois;

- Sempre cortar e limpar as unhas;

Cortar os cabelos com frequência, para que cresçam fortes e bonitos;

- Verificar se não há lêndeas e piolhos nos cabelos e, se sim, tratar desse problema;

Trocar meias constantemente, para não dar chulé nos sapatos, nem frieiras;

Não soltar flatos (pum) na frente de outras pessoas, pois além de ser nojento, é falta de educação.
Todo aluno de escola pública tem direito a receber o material didático que será utilizado em sala de aula ao longo do ano. A LDB, Lei de Diretrizes e Bases, que dita as normas da Educação Brasileira, em seu artigo 4º, item VIII, aponta que: "O dever do Estado com educação escolar pública será efetivado mediante a garantia de: atendimento ao educando, em todas as etapas da educação básica, por meio de programas suplementares de material didático-escolar, transporte, alimentação e assistência à saúde".
Paulo Freire trata do interesse dos alunos de maneira indireta em sua obra. O interesse dos alunos, nesse autor, se dá pelo reconhecimento do educando no tema a ser estudado, e esse reconhecimento é atingido pelo professor através da compreensão da visão de mundo do aluno. É só quando o aluno possui um interesse (e não é possível separar Paulo Freire de sua ligação com o materialismo histórico, já que esse interesse é predominantemente material) em um determinado tema que ele irá realizar o diálogo com o professor, e é só através do diálogo que a educação irá alcançar seu objetivo. Os temas que proporcionam esse diálogo são chamados de "temas geradores".
Piaget também não trata diretamente sobre o tema da falta de interesse dos alunos, seja em relação aos estudos ou em relação à escola como um todo. No entanto, escreve sobre a questão da afetividade e sua influência na formação das estruturas cognitivas dos alunos.
Para Piaget, o afeto é uma condição necessária, porém não suficiente para a formação de estruturas cognitivas. A afetividade não explica a construção da inteligência, mas essa construção é permeada por aspectos afetivos. Sem o afeto, não há motivação e nem interesse. Além disso, o afeto funciona como uma mola propulsora que aumenta a velocidade da criação do interesse por determinado assunto.
Partindo de alguns daqueles que convivem nas salas de aula com nosso objeto mais importante deste estudo – o aluno – se constata uma série de problemas advindos de experiências dos mesmos, problemas que são tratados como corriqueiros nas salas de aula.

Atividade avaliativa de PP

Arremesso de garrafa pet

A brincadeira será no pátio da escola, onde os alunos participarão de um concurso de arremesso.
Utilizaram de garrafas pet enumeradas de um 1 a 5.
Os alunos irão arremessar a garrafa pet e irão correr em seguida onde está a garrafa, quem jogar mais loge vence a competição.
Os que perderem pagaram uma prenda e o professor vai escolher o que fazer. Exemplo: brincadeira da estátua, morto e vivo e etc.



Alunas: Maxilane Alves e Mariana Ribeiro       N°: 30 e 29.



sexta-feira, 27 de novembro de 2015

Trabalho de P.P.I.P.

*Retroprojetor

Retroprojetor é uma máquina que projeta palavras e imagens de uma transparência para uma tela ou parede, utilizando lente e luz.
Para projetar a imagem, depositam-se as transparências, uma a uma, na mesa de projeção, cuidando para que não fiquem por longo tempo sobre o aparelho, pois podem ser queima- das com o calor que emana do mesmo. Ao se utilizar o retroprojetor, deve-se ficar próximo do equipa- mento, voltado para a classe e de costas para a projeção. Esta pode ser feita em uma tela branca apropriada que pode ser substituída por um lençol branco estendido sobre o quadro de escrever ou mesmo por uma parede branca, lisa. A sala não precisa ser escurecida, o que permite que os alunos façam suas anotações durante a projeção. O manuseio é bem simples: ao ligar o aparelho, a lâmpada da mesa de projeção é acesa. Nesse momento, coloca-se a transparência na mesa e ajusta-se o foco, usando o botão de focalização e olhando a imagem na tela, procurando centralizar bem o objeto. Pronto. É só ir trocando as transparências. Ao terminar de usar o aparelho, deve-se desligá-lo e esperar o ventilador, que é disparado automaticamente durante a projeção, também desligar. Isso significa que o retroprojetor já está na temperatura ambiente e pode ser guardado.


*Episcópio


É um aparelho que permite a projeção de imagens opacas: páginas de livros, postais ilustrados, fotografias e outros. E formado por espelhos e lentes, um sistema de ventilação e um suporte para colocação das imagens. Vejamos como funciona. A luz, emitida por uma fortíssima lâmpada de 24 V e 250 W de potência, é refletida pela superfície da imagem a projetar. Esta é colocada na parte inferior do aparelho, num suporte móvel, cuja mola a comprime de encontro à placa de vidro, que além de manter a imagem , desempenha também a função de filtro de calor. A luz refletida pela imagem é, por sua vez, refletida pelo espelho em direção à objetiva que é móvel no sentido das setas, permitindo uma focagem correta da imagem projetada no episcópio.


*Cavalete:


Cavalete: Peça de madeira, marfim etc. Os cavaletes são uma peça essencial para o artista plástico. Bem seja que trabalhe em desenho, pintura e etc.
Os cavaletes nas escolas servem para apresentar fotografias, mapas, gráficos, cartazes, letreiros ou qualquer outra informação útil à exposição de um tema. As ilustrações devem ser bem simples, atraentes, e visíveis que espelhem a realidade e podem ser retiradas de livros, revistas ou ser desenhadas.
Alunos: Ralfe, Ana Beatriz e Nathany Thainá.     Turma: 2003

N°: 04,32 e 46.

quarta-feira, 25 de novembro de 2015

Instituto de Educação Prof Ismar Gomes de Azevedo.
Alunas: isabella Marinho(passeio ao Museu), Victória Oliveira(Visitas a Bibliotecas), Celma( Excursões)


Passeio ao Museu

Na atividade Um passeio pelas artes, vamos levar os alunos a um mundo mágico, onde eles poderão vivenciar e trabalhar com formas e cores.
A saída da escola é uma quebra na rotina,  visitar o museu deve ser um momento prazeroso e deve estimular os alunos a voltarem posteriormente com sua família, tornar os estudantes capazes de reconhecer e valorizar eventos, obras, e movimentos sobre a arte.

Objetivos

1) Realizar um estudo de meio que vá além de um simples passeio ou de um questionário a ser respondido pelos alunos após a visita;
2) Explorar o potencial educativo de museus e exposições para a disciplina de artes.
Antes da visita
Estratégias:                                
★  Escolha um museu ou exposição de arte em sua cidade ou numa cidade próxima e  agende uma visita.
★    visite a exposição antes de levar seus alunos.
★   Conte para seus alunos e prepare uma aula sobre o tema.
★    Leve imagens para a sala de aula e esclareça alguns conceitos sobre artes.
 ★   Explique para seus alunos o que é um museu, quais são as regras, por que não devemos tocar em obras de arte.

 A visita

. Converse com elas antes de sair da escola sobre como se comportar e como observar as obras.
. Durantea visita é importante controlar o comportamento das crianças, para que ninguém toque nas obras, faça barulho demais ou simplesmente se disperse.

 Depois da visita

.Inicie a aula comentando sobre a visita ao museu. Pergunte aos alunos o que eles mais gostaram.

Atividades para o ensino Fundamental:

Na sala de aula: Proponha atividades como redações, relatórios e desenhos sobre o passeio.

NO LABORATÓRIO DE INFORMÁTICA
CRIAÇÃO DAS OBRAS:
O próximo passo é os alunos criarem suas próprias obras. Com base na visita no Museu e no que aprenderam sobre a Arte, a proposta é fazer no Paint uma releitura de alguma obra, ou criarem as suas próprias.
Ajude seus alunos a conhecerem as ferramentas do programa Paint.


CONCLUSÃO DA ATIVIDADE

Para concluir a atividade, imprima todas as obras dos alunos e exponha no mural ou espalhem pelos corredores da escola.

Atividades paro a Educação infantil

Atividades com texturas:
são ideais para crianças de até 3 anos, quando o aprendizado está muito relacionado ao tato. Apenas tome cuidado com as turmas mais novas, para que elas não coloquem materiais perigosos na boca (para essa faixa etária, uma dica é usar tinta caseira, não tóxica, que não causa problemas caso seja ingerida).
Mesmo com crianças mais velhas, a brincadeira ainda desperta interesse, basta oferecer mais opções de texturas a serem manuseadas.
O professor pode, por exemplo, deixar que as crianças explorem texturas na sala de aula ou no pátio e, então, reproduzam as mais interessantes em suas obras de arte. Incentive a curiosidade e a descoberta com perguntas e orientação – mostre a elas como, por exemplo, passar a mão por uma superfície e fechar os olhos para sentir. Também estimule o vocabulário apropriado: liso, áspero, macio, seco, úmido, etc..

CONCLUSÃO DA ATIVIDADE

Para concluir a atividade,exponha no mural ou espalhem pelos corredores da escola as obras de arte dos alunos.


Visitas a Bibliotecas

É ouvindo histórias que se podem sentir importantes emoções, como a tristeza, a raiva, a irritação, o bem estar, o medo, a alegria, a insegurança, vivendo profundamente tudo o que as narrativas provocam em quem as ouve, com toda a amplitude, significância e verdade que cada uma delas pode despertar nos pequenos ouvintes, além de ser um recurso valioso e agradável para a predisposição à aprendizagem e para sua complementação.
Tendo conhecimento da importância da leitura,desenvolveria um projeto tanto para a Educação Infantil e Ensino Fundamental,que seria ''Biblioteca Cantinho da Imaginação".
Nem todas as escolas têm bibliotecas,por isso,o projeto pode e deve ocorrer dentro de sala  de aula,confeccionando um cantinho para que os alunos possam se sentir mais a vontade com o objeto "Livro''.

Educação Infantil

''Biblioteca Cantinho da Imaginação"
As atividades desenvolvidas:
.Apresentação e manuseio dos livros a serem lidos;
. Roda da conversa: apresentar e contar a história escolhida, mostrando a cada página sua imagem e criando suspense, levantando hipóteses sobre as situações;
.Levantar os pontos principais da história;
.Montar história em seqüência;
.Leitura de imagens;
.Recontar e dramatizar a história;
 .Contação de historias por professores e  por alunos;
.Leituras orais de histórias pelos professores;
.Dramatizar histórias e contos trabalhados.



 O Objetivo de Construir o hábito de ouvir histórias e sentir prazer nas situações que envolvem leitura de história.    

Ensino Fundamental

“A leitura é fundamental e deve ser garantida diariamente na rotina da criança, pois lhe assegura melhor desenvolvimento emocional, cognitivo e cultural “ (Alfabetização lingüística).
São realizadas as seguintes atividades:
. Apresentação de dramatização com contos.
 .Serão apresentados aos alunos os serviços prestados pela Biblioteca (aquisição de Cartão do Leitor, empréstimo domiciliar, pesquisas etc.), além de ser realizada conscientização para uso adequado do acervo da Biblioteca. Esta apresentação se dará de forma lúdica, com a utilização de teatro de fantoches.

.Ocorre momento de contação de histórias.
. São distribuídas aos alunos lembrancinhas com mensagens de incentivo à leitura.
Proporcionar meios divertidos e atraentes para contá-las através de fantoches, dramatizações e cenários coloridos proporcionando momentos de descontração que, na verdade, estabelecem a ligação entre aquilo que é real e o imaginário, tão presente no cotidiano das mesmas.
''Nave melhor do que um livro, para viajar longe, não há.''
Emily Dickinson

Excursões


As excursões podem ser culturais,recreativas ou informativas.Todas elas aproxima o aluno do "mundo real",nesses passeios é possível conhecer e aplicar o que aprenderam na escola.Contribuem para a socialização e são agentes facilitadores da aprendizagem,podem estar relacionados à conteúdos específicos ou podem ser interdisciplinares.
A excursão devem ser bem planejadas e precisam respeitar e serem adequadas à faixa etária.

Excursão para a ed.infantil:

seria passeios em parques ou praças com o auxílio de alguns funcionários da escola,dependendo do número de alunos.

Excursões para o fundamental:

seria visitas a zoológico,museus ou até mesmo viagens de dois dias também tem que ter todo auxílio de alguns funcionários,é da escola verificando se estar tudo de acordo.

domingo, 22 de novembro de 2015

                Atividade avaliativa de PP
                        
(Corrida com obstáculos)
Dividi-se a turma em de dois (2) times e os colocam em fila indiana.
Já com os obstáculos prontos formados por cones e bambolês de forma alternada (um sim o outro não) ou em zigue-zague, mas logo após esses obstáculos, existe uma cesta aonde se deposita um balão ou uma bola.
Após o sinal pode começar, em um pé só, a criança vai pulando e passando pelos obstáculos com a bola, levando-a nas mãos e ao chegar ao fim dos obstáculos deposita na cesta. Na volta ele troca o pé, por exemplo: se ele foi com o pé direito, ele volta com o pé esquerdo. Ao chegar ele toca na mão do colega e vai para o final da fila. O amigo faz o mesmo caminho e busca a bola  leva para o próximo da fila e assim sucessivamente até ter uma fila vencedora, ou seja, a que acabou primeiro.

Alunos: Ralfe Viana e Nathany Tainá          Turma: 2003 CN              N°:  46 e 32

Atividade Avaliativa de P.P

Circuito de Bambolês- Daiane e Lorenna

Materiais: Bambolês

Local: Quadra 

Como jogar: 

O circuito começa de baixo para cima. Uma dupla começa tendo que pular dentro de um bambolê só com uma perna, pelo menos quatro bambolês estarão no chão ao chegar a próxima fase terão que passar o bambolê pelo corpo sem largar as mãos , e outra vez quatro bambolês estarão disponíveis. Ao acabar a segunda fase passaremos para a última, a dupla terá que segurar as duas mãos uma da outra e passar o bambolê uma para outra sem usar as mãos até retomar ao chão contendo esse o mesmo numero de bambolês dos outros . E concluída essas fases acaba o circuito.

Atividade Avaliativa de A.E


Dança: Ralfe Viana 

Artista: Carlinhos de Jesus 

Essa obra é para mostrar as crianças um pouco da dança , que é o samba de Gafieira e que esse artista passa o jeito brasileiro que lembra Lapa-RJ.
Trabalhei o chapéu de feltro ( do samba) que utiliza pra fazer um movimento circular , afim de após confecção todos dançarem ao som do samba. Descobrir também o samba.






Música: Lorenna Barbosa


Artista:Bruno Feydit - Escravos de Jó

Chocalho Vamos trabalhar com o chocalho em uma aula bem dinâmica, onde os alunos produziriam um chocalho na primeira aula, com materiais recicláveis e na outra aula daríamos início a uma dinâmica com a brincadeira os escravos de jó, onde trabalharíamos ritmo, atenção, lateralidade, trabalho em grupo, socialização.

Escravos de Jó Jogavam caxangá Tira, põe Deixa ficar Guerreiros com guerreiros Fazem zigue-zigue-zá Guerreiros com guerreiros Fazem zigue-zigue-zá


Literatura: Daiane Chader Telles


Autor: Joseph Jacobs - Os Três Porquinhos

Joseph Jacobs nasceu em Sydney, Austrália, em 1854. Morou também nos Estados Unidos e na Inglaterra. Durante seu período na Inglaterra, estudou o folclore do país, coletando dados para publicar contos do folclore inglês. Foi um premiado crítico literário, folclorista e também autor de livros sobre a história e a tradição judaica. Porém ficou mais conhecido pela sua grande contribuição para literatura infantil. Entre os seus livros : ”A História dos Três Porquinhos”( um dos mais populares), “Contos de Fadas Celtas”, “Contos de Fadas Indianos”, “fábulas do Esopo”, “Contos de Fadas ingleses” entre outros. A história dos Três Porquinhos já era conhecida na Inglaterra, como folclorista, Jacobs resgatou contos tradicionais e os transformou em livros. Outro fator de sucesso para Jacobs foi a linguagem usada em seus livros, uma linguagem clara e feita para a leitura infantil. Jacobs faleceu em 1916.

Atividade: Maquete de materiais recicláveis

Na atividade , os alunos irão fazer uma maquete contando do jeito deles o processo da história , usando da interpretação textual deles . O objetivo dessa atividade é a interação entre os alunos, a conscientização pelo meio ambiente reciclando os materiais e a socialização em sala de aula.




Cinema: Celma Reis

Diretor: John Lasseter- Filme Toy Story

Os personagens centrais do filme sao os brinquedos do quarto de um menino de oito anos o Andy. Para trabalhar esse filme com as crianças usaria garrafas pets,tampinhas,caixa de leite etc. para forma os brinquedos,depois que estiver pronto os alunos escolheram uma cena do filme é montaram.


 

sábado, 21 de novembro de 2015

Camila Costa

O brincar de faz de conta


        Neste trabalho iremos apresentar uma ideia de um jogo psicomotor para trabalhar em sala de aula, que estimulará a corporeidade e a cooperação, irá explorar diferentes atividades atividades corporais da criança, desafiará seu próprio corpo, mas que estará respeitando seus limites, e buscando sempre desenvolver  as bases psicomotoras.
        A brincadeira faz parte totalmente do universo infantil, é a forma com que a criança tem de descobrir e compreender o mundo que está a sua volta.
        Por todos esses motivos, escolhemos a brincadeira de "Faz de Conta", a seguir estaremos falando um pouquinho melhor sobre ela, e de como poderá trabalhar ela com seus alunos. Esperamos que gostem!        
        Não podemos negar que as brincadeiras de faz de conta tem um importante papel. O faz de conta é marcado por um diálogo que a criança estabelece com seus amigos e  até mesmo com bonecos. Ele requer constante negociação de significados e de regras que regem uma situação conforme as crianças assumem papéis, o que faz com que o desenrolar do enredo construído pelas interações das crianças seja sempre imprevisível. Com isso a brincadeira é sempre repleta de novidades.
        Por grande parte das vezes as crianças representam situações de seu dia a dia, a criança explora os temas que estão perto dela, por meios perceptuais, cognitivos e emocionais, criando mais espaço para a fantasia. Por exemplo, se ouviu uma história sobre piratas, vai brincar de pirata, se alguém da família está doente, vai brincar de doutor, e etc. Através do faz e conta podemos perceber muitas coisas sobre  a vivência da criança. Assim, ao brincar de faz-de-conta, as crianças, ao mesmo tempo em que desenvolvem importantes habilidades, elas trabalham alguns valores de sua comunidade.
        Essa brincadeira tende ficar mais complexa acompanhando o desenvolvimento da criança, conforme adquirem maior experiência de criação de situações imaginadas. No início duram minutos, depois vão ficando mais longas e elaboradas e envolvendo cada vez mais uma maior quantidades de crianças. 
        Conforme ampliam seu domínio em relação à estrutura básica de um jogo de faz-de-conta, ou de uma brincadeira tradicional ou de um jogo de regras simples, as crianças podem sugerir modificações nos personagens, enredo ou regras de uma brincadeira.
        As crianças podem ainda construir brinquedos e cenários para suas brincadeiras, ajudadas pelos recursos que o professor lhes proporciona: materiais, sugestões, realização das ações mais difíceis, dentre outros.

Como funciona?

        Meninos e meninas assumem diversos papéis, se colocando no lugar de pai, mãe e professor, além de personagens (super-herói, princesa, rei, fada...) ou animais (cachorro, gato, cavalo...). As regras são implícitas e variam conforme os costumes, os participantes, o momento, o local, os objetos à disposição.

Por que realizar?

        Para a turma experimentar e explorar o mundo e as convenções sociais vivendo situações com as quais estão acostumadas ou não. 

... 


        No faz de conta brincar é uma verdade, é uma atitude frente à realidade, é uma ação em que a criança toma conta, se envolve no tempo e no espaço, transformando cada brinquedo ou brincadeira em um recurso de aprendizagem.

        Na faixa etária dos 3 aos 7 anos, o faz de conta é a brincadeira que mais desperta o interesse da criança.

Cabe a nós, pais e educadores, estimularmos e motivarmos a criança para este exercício de desenvolvimento: 
  • Incitar as crianças para as brincadeiras;
  • Organizar espaços dentro de casa e na escola que enriqueçam as experiências lúdicas das crianças;
  • Facilitar a disposição de brinquedos em mobiliário acessível;
  • Participar da brincadeira respeitando o seu ritmo e sua imaginação;
  • Propor brincadeiras que envolva o seu universo cultural de sua comunidade;
  • Estar atento ao personagem que seu filho gosta de imitar, observando se for muito violento, mostrar outras opções;


No faz de conta a criança vive e revive situações que lhe causaram alegria, medo, tristeza e ansiedades, dando-lhe a oportunidade de expressar e trabalhar de forma mágica estes sentimentos e emoções tão difíceis de suportar, podendo compreendê-los e reorganizá-los na mente da criança deste cedo.

Mas porque são as brincadeiras de faz de conta tão importantes? 


        Neste tipo de brincadeiras as crianças viajam o mundo dos adultos e vivenciam mesmo que no mundo da imaginação importantes experiências. 
Mas o que quero dizer com isso? 

1 - Nas brincadeiras de faz de conta a criança se envolve no mundo dos adultos. Ela brinca usando situações do dia a dia, começando desta forma a entender o mundo, as suas responsabilidades e papéis na vida, e vivenciando também diferentes tipos de profissões.

2 - Nas brincadeiras de faz de conta a criança aprende a se sentir no papel do outro. Elas experimentam diferentes posições, uma vez é pai, outra é mãe, policial, médico ou condutor de autocarros. Ela toma para si mesma diferentes pontos de vista e aprende a olhar o mundo "com outros olhos", do ponto do vista dos outros.

3 - Nas brincadeiras de faz de conta é "treinado" o comportamento social. A criança têm que vivenciar o seu papel e coordenar as suas ações com os outros envolvidos na brincadeira. Assim ela aprende a trabalhar em grupo, a ser tolerante, mas também a desenvolver e compartilhar as suas próprias ideias, através das quais se compromete a desenvolver o seu papel.

4 - Nas brincadeiras de faz de conta a criança aprende a cumprir regras, necessárias para uma vida em sociedade. Ao longo da brincadeira as criança é levada a compreender para que existem as regras e entende que desta forma é mais fácil fazer coisas, que em outra situação seria difícil, mas que agora pertencem ao seu papel, como por exemplo dar uma ordem, mandar ficar em silencio ou mostrar perseverança.

5 - As brincadeiras de faz de conta ajudam a trabalhar situações vividas e ultrapassar medos. Se a criança reproduz numa brincadeira uma situação que está a vivenciar poderá compreendê‐la e torná‐ la mais fácil de viver.

6 - Nas brincadeiras de faz de conta a criança pode encenar conflitos internos, como por exemplo: uma criança a quem não é permitido dizer palavras feias, vai deixar a sua boneca dizê‐las e ela no papel de mãe vai repreender a boneca/filha. Ela vivencia os dois lados da moeda.

7 - Nas brincadeiras de faz de conta a criança desenvolve a linguagem e habilidades de comunicação, aprende vocabulário novo, aprende a se expressar melhor e a compreender os outros. Brincar de faz de conta é um mundo de aprendizagem e desenvolvimento do "eu".

E como podemos ajudar os nossos pequenos?

 * Colocando à disposição roupas, maquiagem, acessórios ajudam a criança a começar a brincadeira.
 * Ter ou construir objetos que possam ajudar a criança nesta viagem.
 * Ter utensílios de médico, de cozinheiro, ajudar a construir esse mundo de imaginação e brincar      junto ajuda muito para de seguida a criança se envolver e desenvolver sozinha ou com os amigos.

         
Imagens relacionadas:






E por aqui terminamos com nossas informações sobre essa brincadeira maravilhosa para nós e para as crianças e que é cheia de benefícios.

Obrigada por ter nos acompanhado até o final, e até a próxima!



  Webliografia:  

http://sofia-educarcomcarinho.blogspot.com.br/2013/02/brincar-de-faz-de-conta.html

Alunas: Camila Costa e Isabella Hott
Turma: 2003 c.n