- O aluno e sua higiene pessoal, com o material escolar e o ambiente.
Para manter a saúde do nosso corpo precisamos ter alguns cuidados. Um deles é apresentar bons hábitos de higiene, já que a falta deles facilita a entrada de certos micro-organismos em nosso corpo, como os vírus, e algumas bactérias, protozoários, fungos e vermes; podendo causar doenças. Além disso, com pouca higiene, costumamos exalar um cheirinho nada agradável, o que pode fazer com que pessoas queridas se afastem de nós.
Claro que ninguém quer essas coisas para si, não é mesmo? Por isso, abaixo listamos algumas boas medidas para termos uma boa higiene:
- Escovar os dentes ao acordar, após as refeições e antes de dormir, fazendo o uso de fio dental pelo menos uma vez ao dia;
- Lavar as mãos antes de comer, pois os seres vivos causadores de doenças podem estar alojados nelas, adentrando pela nossa boca em nosso organismo;
- Lavar as mãos sempre que chegar da rua;
Claro que ninguém quer essas coisas para si, não é mesmo? Por isso, abaixo listamos algumas boas medidas para termos uma boa higiene:
- Escovar os dentes ao acordar, após as refeições e antes de dormir, fazendo o uso de fio dental pelo menos uma vez ao dia;
- Lavar as mãos antes de comer, pois os seres vivos causadores de doenças podem estar alojados nelas, adentrando pela nossa boca em nosso organismo;
- Lavar as mãos sempre que chegar da rua;
- Lavar as mãos e sempre dar descarga após o uso do sanitário;
- Não colocar objetos ou as mãos na boca;
- Tomar banho todos os dias e lavar os cabelos sempre que necessário, pois neles se acumulam suor e sujeiras, ao longo do tempo;
- Andar calçado, pois os sapatos protegem os pés de sujeiras e objetos cortantes;
- Usar roupas limpas;
- Lavar o rosto ao acordar, retirando as remelas que se acumulam no canto dos olhos;
- Pentear os cabelos sempre;
- Andar calçado, pois os sapatos protegem os pés de sujeiras e objetos cortantes;
- Usar roupas limpas;
- Lavar o rosto ao acordar, retirando as remelas que se acumulam no canto dos olhos;
- Pentear os cabelos sempre;
- Nunca, jamais, comer meleca de nariz;
- Limpar o nariz, assoando-o na pia, lavando as mãos com água e sabão logo depois;
- Sempre cortar e limpar as unhas;
- Cortar os cabelos com frequência, para que cresçam fortes e bonitos;
- Verificar se não há lêndeas e piolhos nos cabelos e, se sim, tratar desse problema;
- Trocar meias constantemente, para não dar chulé nos sapatos, nem frieiras;
- Não soltar flatos (pum) na frente de outras pessoas, pois além de ser nojento, é falta de educação.
- Limpar o nariz, assoando-o na pia, lavando as mãos com água e sabão logo depois;
- Sempre cortar e limpar as unhas;
- Cortar os cabelos com frequência, para que cresçam fortes e bonitos;
- Verificar se não há lêndeas e piolhos nos cabelos e, se sim, tratar desse problema;
- Trocar meias constantemente, para não dar chulé nos sapatos, nem frieiras;
- Não soltar flatos (pum) na frente de outras pessoas, pois além de ser nojento, é falta de educação.
Todo aluno de escola pública tem direito a receber o material didático que será utilizado em sala de aula ao longo do ano. A LDB, Lei de Diretrizes e Bases, que dita as normas da Educação Brasileira, em seu artigo 4º, item VIII, aponta que: "O dever do Estado com educação escolar pública será efetivado mediante a garantia de: atendimento ao educando, em todas as etapas da educação básica, por meio de programas suplementares de material didático-escolar, transporte, alimentação e assistência à saúde".
Paulo Freire trata do interesse dos alunos de maneira indireta em sua obra. O interesse dos alunos, nesse autor, se dá pelo reconhecimento do educando no tema a ser estudado, e esse reconhecimento é atingido pelo professor através da compreensão da visão de mundo do aluno. É só quando o aluno possui um interesse (e não é possível separar Paulo Freire de sua ligação com o materialismo histórico, já que esse interesse é predominantemente material) em um determinado tema que ele irá realizar o diálogo com o professor, e é só através do diálogo que a educação irá alcançar seu objetivo. Os temas que proporcionam esse diálogo são chamados de "temas geradores".
Piaget também não trata diretamente sobre o tema da falta de interesse dos alunos, seja em relação aos estudos ou em relação à escola como um todo. No entanto, escreve sobre a questão da afetividade e sua influência na formação das estruturas cognitivas dos alunos.
Para Piaget, o afeto é uma condição necessária, porém não suficiente para a formação de estruturas cognitivas. A afetividade não explica a construção da inteligência, mas essa construção é permeada por aspectos afetivos. Sem o afeto, não há motivação e nem interesse. Além disso, o afeto funciona como uma mola propulsora que aumenta a velocidade da criação do interesse por determinado assunto.
Partindo de alguns daqueles que convivem nas salas de aula com nosso objeto mais importante deste estudo – o aluno – se constata uma série de problemas advindos de experiências dos mesmos, problemas que são tratados como corriqueiros nas salas de aula.
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